Fora da Casinha

Pensamos as visitas aos museus como expedições, como se adentrássemos uma floresta desconhecida, a ser explorada, descoberta. Como se entra nesse lugar? Qual caminho percorrer? Vou sozinho ou em grupo? O que me chama a atenção? Locais de parada, de contemplação, locais de movimento de circulação.

As expedições deviam ser registradas de alguma forma. Para isso produzimos cadernos de viajem, para desenhar, e/ou escrever sobre o que estamos observando, sobre a experiência de se visitar esse lugar.

No Parque do Povo passamos pelo jardim dos sentidos, e brincamos com objetos voadores, um balão de gás hélio, bolas, sacolas plásticas cheias de ar. A brincadeira como meio de se criar diferentes situações para o registro nos cadernos, nos corpos, na memória.

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